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ESTE É MEU BLOG DE CARRO COM HISTÓRIAS VERÍDICAS VIVIDAS A BORDO DE UM VW BRASILIA 1977 QUE ME ACOMPANHA DESDE 1979 QUANDO EU TINHA APENAS 4 ANOS.

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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

HISTÓRIA DE UMA BRASÍLIA - CAPÍTULO 19 - ENTRE 1994 E 1997 - "CAUSANDO" NO ALVORADA




Nessa história, coincidentemente o cenário era o mesmo do capítulo 18 (http://brasiliavermelha.blogspot.com/2015/10/historia-de-uma-brasilia-capitulo-18.html), assim como o destino: apartamento do Renato no Bairro Alvorada em Santo André.

Eu e Rogério ainda éramos muito bobos novos de carta e de vez em quando fazíamos algumas coisas estúpidas legais.

Estávamos conversando na casa dos pais deles e resolvemos dar um pulinho (nem sei se alguém ainda fala assim hoje em dia, pulinho ???) até o apartamento do Renato.

Devido ao fatos de sermos abestalhados legais, resolvemos ir em dois carros. Quando se é ainda novo de carta, quanto mais você dirige, mais prática você "pega" e mais hábil você fica (ou não).

Saímos eu na intrépida e incansável Brasa, e o Rogério no valente Corcel II amarelo que pertencia ao seu saudoso pai, o Sr. Rubens (nós os mais amigos nos referíamos a ele como Rubão). Aliás, o Sr. Rubens também era amante de carros antigos assim como nós, e sabia detalhes incríveis de inúmeros modelos de carros antigos, aqueles detalhes que só os aficionados sabem, detalhes característicos que diferenciam ano e modelo de cada carro.

O trajeto até o antigo apartamento do Renato demorava cerca de 10 minutos em condições normais de temperatura e pressão (CNTP para os íntimos).

Trafegávamos dentro da CNTP, até estarmos a uns 2 quarteirões da moradia de nosso amigo Renato.

Em um dado momento, numa dessas inexplicáveis sintonias entre amigos de verdade, os dois resolveram sentar a bota nos possantes ao mesmo tempo.

Como as ruas estavam desertas, e os carros não eram (e nunca foram) nenhum ícone de desempenho automotivo, o ato de "sentar a bota" não resultava necessariamente em desenvolvimento de grande velocidade. Mas resultava certamente em desenvolvimento de grandes ruídos. Era uma barulheira do caramba. Sabe, como diriam em bom "portunhol", "No andas nada, pero tienes um roncooooo...".

Era mais um show pirotécnico do que propriamente um racha. Muito barulho e fumaça para pouco resultado.

E o final disso foi um empate técnico, em uma cena bizarra com o Renato lá de dentro do prédio vendo a Brasa e o Banana Joe (esse era o apelido do Corcel) passando direto pela entrada do condomínio e saltando uma lombada !!!! Chegamos sim a tirar as quatro rodas do chão.

Como diriam nos dias atuais, "Isto é dantesco !".

Para quem acha que estávamos em alta velocidade, repito meu comentário automotivo anterior, "Muito barulho e fumaça para pouco resultado."

O resultado acabou sendo muitas gargalhadas entre nós três e recíprocas piadinhas sobre o modesto desempenho dos veículos, e uma discussão que nunca levou a um consenso sobre quem havia ganhado e chegado na frente...

Saudades de um tempo distante e que não volta mais...

Mas graças a Deus as amizades atravessaram as décadas e estão vivas até hoje, e para sempre. Quando a galera se reúne, o papo flui e os causos vêm à lembrança como se fosse ontem !

Abraços e até a próxima história pessoal !!!

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